Resenha de Filme

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Resenha: O PODEROSO CHEFÃO, A Trilogia!!


REVISADO POR DANIEL "BONEH" NUNES (PEA2007)


Mario Puzo’s The Godfather, é o título do livro que deu início à mais premiada trilogia de todos os tempos! Isso porque foi a única seqüência na qual mais de um longa ganhou o prêmio de Melhor Filme da Academia. Aqui no Brasil, o filme ficou conhecido como O Poderoso Chefão, diferentemente da tradução imediata de godfather, que quer dizer padrinho.

O primeiro filme da série foi lançado em 1972, nos EUA, seu país de origem, e concorreu ao Oscar® de 1973 nas seguintes categorias: melhor ator coadjuvante, com James Caan, Robert Duvall e Al Pacino, melhor figurino, direção, montagem, som, trilha sonora, roteiro adaptado, melhor ator principal, com Marlon Brando, e melhor filme, ganhando nas três últimas categorias.

O segundo filme, de 1974, foi o mais longo, com mais de 3 horas de duração, e o mais premiado pela Academia em 1975: melhor direção de arte, trilha sonora, roteiro adaptado, ator coadjuvante, com Robert De Niro, diretor, com Francis Ford Coppola, e sagrou-se como a única seqüência a ganhar o Oscar® de melhor filme. Além disso, o filme concorreu ao melhor figurino, melhor atriz coadjuvante, com Talia Shire, ator coadjuvante, com Michael V. Gazzo e Lee Strasberg, e ator principal, com Al Pacino.

A última seqüência foi lançada em 1990, e foi o único dos três filmes que não recebeu nenhum prêmio da Academia, embora tenha concorrido nas categorias de melhor filme, diretor, ator coadjuvante, com Andy Garcia, melhor canção, montagem, direção de arte e fotografia.

A trilogia começa contando a história da mais poderosa “Famiglia” da máfia de Nova Iorque e Nova Jersey, os “Corleone”, que, liderados por Vito Corleone, se desentendem com os demais clãs Ítalo-americanos, dando início a uma guerra entre mafiosos. Com a debilitação de Vito, Michael Corleone, seu filho mais novo, assume o controle da Famiglia. Logo após o falecimento de seu pai, Michael trama o assassinato dos líderes das principais organizações mafiosas, para que os Corleone voltem a ter o controle do crime organizado.

Na seqüência é contada a saga de Michael à frente da família, que passa por situações delicadas devido a traições de pessoas muito próximas, incluindo seu próprio irmão, Fredo. Mas o ponto alto do filme é a história de Vito Corleone, que é contada em paralelo ao desenrolar da era de Michael, mostrando desde sua dramática infância em Corleone, na Sicília, até seu início como chefão da máfia em Little Italy, Nova Iorque.

No último episódio da trilogia, Michael tenta legalizar os negócios da família Corleone e passar o controle para seu sobrinho, Vincent Mancini. Porém, as coisas não saem como o esperado, devido a divergências com outro chefe do crime, Joey Zaza, e a negócios suspeitos com a alta cúpula da Igreja Católica, o que obriga o novo Don, Vincent, a armar mais uma série de atentados contra os inimigos dos Corleone.

Ainda há algumas curiosidades sobre a seqüência: o autor do livro que inspirou o filme, Mario Puzo, participou da elaboração do roteiro juntamente com Coppola; o personagem de Vito Corleone foi o único a dar dois Oscar® a atores diferentes, Marlon Brando e Robert De Niro; quando Brando ganhou o Oscar® em 73, ele se recusou a participar da premiação, devido a atitudes racistas do governo americano e de Hollywood contra os índios. Em seu lugar ele mandou uma atriz que se fez passar por índia americana, de nome Sacheen Littlefeather.

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